
Se tem algo que aprendi acompanhando ambientes de missão crítica nos últimos anos é que, muitas vezes, não é só uma questão de onde você está olhando — mas do que está procurando.
Muitos líderes já investiram em observabilidade, monitoramento, dashboards… mas continuam às voltas com incidentes que escapam do radar, gargalos ocultos e falhas intermitentes difíceis de reproduzir.
Isso acontece porque a maioria das ferramentas tradicionais limita sua análise a “dimensões previsíveis”: CPU, memória, tempo de resposta, número de requisições… Métricas que fazem sentido, claro. Mas que raramente contam a história completa.
A importância de explorar o desconhecido
Nos ambientes que operamos, os problemas mais críticos geralmente não estão nos dados óbvios — estão nos detalhes. São as correlações improváveis, os desvios sutis, os padrões fora do esperado.
E se você não tiver uma plataforma flexível, com capacidade real de explorar milhões de registros em múltiplas dimensões, estará sempre um passo atrás dos problemas. É por isso que gosto de provocar com a pergunta:
👉 Você está procurando no lugar certo… pelos dados certos?
Elastic: o poder de explorar o que você ainda não sabe
Com o Elastic Stack, especialmente em sua camada de observabilidade e SIEM, conseguimos buscar, cruzar e visualizar qualquer dado — em qualquer volume, formato ou estrutura — em tempo real.
A plataforma oferece:
- Dimensionalidade ilimitada: Você pode explorar atributos como host, IP, geolocalização, tags, nomes de aplicação, identificadores de usuário… tudo ao mesmo tempo.
- Alta cardinalidade: Não importa se você tem milhões de valores únicos por campo. O Elastic entrega performance para consultas complexas, com baixa latência.
- Análise exploratória e investigativa: Diferente de ferramentas que te forçam a prever as perguntas, o Elastic permite criar perguntas enquanto você investiga. Isso muda o jogo.
O que você ainda não sabe que está prestes a falhar?
Essa é uma provocação recorrente em nossos projetos:
“Unknown unknowns” — aquilo que você não sabe que não sabe.
E, sem visibilidade profunda, essas são justamente as ameaças mais perigosas.
Com Elastic, conseguimos identificar anomalias antes mesmo que virem alertas, entender a origem de falhas complexas e correlacionar eventos de diferentes fontes para tomada de decisão rápida.
Para além do monitoramento: ação
Observar é só uma parte do caminho. Transformar dados em ação é o que realmente faz a diferença. E é isso que temos construído em nossos projetos com Elastic Observability, SIEM, APM e agora também com IA generativa integrada à plataforma.

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